domingo, 28 de julho de 2013
Olhem o tamanho das crianças para fazer boa proporção alimentar,
http://youtu.be/reOBks5UR3Q
Mamães costumam colocar nos pratos das crianças muito mais comida do que seus pequenos estômagos são capazes de consumir. Por outro lado estamos ensinando que desperdiçar não tem problema. Vejam este pequeno video.
PROXIMA SEMANA RECOMEÇAMOS AS POSTAGENS!!!! Fim das férias!
terça-feira, 9 de julho de 2013
COLÔNIA DE FÉRIAS - O POVO 09-07-2013
http://www.opovo.com.br/app/colunas/educacao/2013/07/09/noticiaseducacao,3088228/criancas-e-jovens-o-que-fazer-nas-ferias.shtml
segunda-feira, 24 de junho de 2013
A GRANDE MENTIRA DOS PAIS E DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
A
GRANDE MENTIRA DOS PAIS E DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
Dra. Adriana Oliveira Lima
Inventar piada é um fato dinâmico das sociedades.
Rir de si mesmo faz parte da criação. As contradições embutidas nos
comportamentos cotidianos fornecem material rico, onde os piadistas deitam e
rolam. Perceber nas contradições cotidianas um vasto material e criar piadas é
um mecanismo continuo nas sociedades. Através do riso elaboram-se perdas e
sofrimentos. Entretanto, as contradições nem sempre são material para
piadas, pois de fato são inconscientes e demonstram uma incapacidade em aplicar
seu próprio pensamento em sua prática de vida. As redes sociais são um local
rico para a demonstração da contradição entre os pensamentos expostos e os
efetivos comportamentos sociais notadamente expressos na vida cotidiana.
Na educação as escolas querem se modernizar com o
uso de computadores. Terminam com aulas específicas de informática pela
incapacidade de integrar a informática ao conjunto das áreas do conhecimento,
montando um dragão onde se juntam pedaços que não se integram.
Escolas querem usar os tablets, mas não
abrem mão de salas lotadas com mais de 50 alunos enfileirados.
Laboratórios que não são usados, quadras que servem aos esportes de uma parcela
de “escolhidos”, piscinas sem uso, bibliotecas que servem de castigo (!).
A escola quer formar cientistas, mas seu método é
demonstrativo e não experimental. Os pais acompanham as constantes denúncias do
fracasso escolar brasileiro, mas permanecem achando que as escolas dos filhos
são ótimas. De quais escolas estariam falando as estatísticas?
Os pais querem criar os cidadãos do futuro, mas
matriculam os filhos em escolas cujo modelo é do século XVIII. Querem ensinar
os filhos a pensar, mas atendem a todas as vontades dos filhos sem impor os
limites da lógica social. Querem criar pessoas livres aprisionando-as em
escolas onde são pregados nas carteiras rígidas e incentivados a ficarem
caladas. Querem formar leitores sem comprar livros e admirando escolas que não
incentivam, de fato, a leitura. Querem criar filhos que busquem o conhecimento
desvalorizando a escola e os professore em sua relação diária. São muitas as
contradições. Quanto a isso, as redes sociais desnudam a loucura da
inconsciência e da contradição.
Pais que querem filhos leitores, cidadãos
conscientes, estudiosos e honestos costumam achar que isso se constrói na
pressão da mediocridade competitiva ficando felicíssimos com as medalhas que os
filhos ganham.
Desvalorizam diariamente a produção dos filhos
aceitando os castigos e os carimbos ridículos que são colocados em agendas e
cadernos, como o de um “coração zangado” para alertar que a professora não
gostou da tarefa de casa, apagando o que os filhos fazem, enchendo-os de
reforço escolar e castigos.
Estes adultos hoje são o resultado de uma educação que foi incapaz de
ensinar as pessoas a pensarem e aplicar os conceitos teóricos a suas práticas
de vida.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
ESTATUTO DO NASCITURO
CONTRA O BIZARRO ESTATUTO DO NASCITURO
OUÇAM ESTE
DEBATE.
ATENÇÃO MULHERES. VAMOS SUPERAR
RELIGIÕES E A MESQUINHEZ, E
SE MANIFESTAR CONTRA ESTE PROJETO
OBSCURANTISTA, ESTAS ABERRAÇÕES, ESTE ESTUPRO
DA INTELIGENCIA E DO BOM SENSO, ESTA AFRONTA AS CONQUISTAS SOCIAIS QUE
REPRESENTA ESTE PROJETO.
ESTA ABERRAÇÃO É FRUTO DE
UM CERTO FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO NUMA SOCIEDADE DECIDIDA E CONSTITUCIONALMENTE LAICA.
QUANTO A BOLSA
ESTUPRO NÃO TENHO NEM COMENTÁRIOS.
https://archive.org/details/DIA11ESTATUTODONASCITURO
terça-feira, 4 de junho de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Outra vez a Ritalina
Dra Adriana Oliveira
Lima
Tendo nossas
raízes fincadas na cultura latina por
razões históricas, começamos a nos assombrar com as contradições que mais e
mais aparecem como fruto de uma mudança radical para uma profunda influência da
cultura anglo saxônica. Não é uma questão de sociedade de consumo e a
influência americana, mas uma mudança mais profunda que se desenhou nos anos
1980 quando os investimentos em bolsas no exterior voltaram-se quase
inteiramente para os Estados Unidos (tive oportunidade de analisar estas
mudanças por ocasião da minha tese de doutoramento). A formação das elites e
lideranças mudavam de eixo.
Hoje nosso cotidiano está tão impregnado destas influências que quase não
nos apercebemos. Nas redes sociais
apareceu um artigo sobre o consumo de medicamentos e os números de crianças
diagnosticadas com Déficit de Atenção (Por que as crianças
francesas não têm Deficit de Atenção? http://equilibrando.me/2013/05/16/por-que-as-criancas-francesas-nao-tem-deficit-de-atencao/ ) e podemos tirar bom proveito deste artigo.
Primeiro
a questão disciplinar. As crianças brasileiras estão seguindo o modelo americano
de pais que não impõe regras e deveres. No salão de beleza, esta semana, um
menino gritava descontrolado e batia na cara da mãe para não cortar o cabelo,
creiam devia ter uns 3 ou 4 anos! O Brasil esta precisando de “super nanies”.
Segundo
a idolatria das famílias pelas escolas tradicionais e de “prestígio” na
sociedade que os levam a preferirem medicar seus filhos, enchê-los de reforço
escolar, admitir-lhes doenças de toda ordem, desde que os enquadrem nestas
escolas. Nunca se perguntam se o problema não seria de uma escola atrasada e
inadequada. Os pais preferem ver os
defeitos nos filhos do que criticar a escola “bem aceita na sociedade”. Que
falta de amor numa estrutura de educação que beira o ridículo, na estrutura
atrasada de organização física e metodológica.
Por
fim a incompetência nos diagnósticos e tratamentos. Não digo que não exista
necessidade em alguns casos de medicamentos, mas temos que nos perguntar por
que estas necessidades são maiores nas sociedades onde as crianças estão crescendo
sem regras, e ao mesmo tempo e contraditoriamente, submetidas a regimes
medievais de educação tradicional.
Em
outro artigo falamos sobre o uso da ritalina, vale repensar.
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